segunda-feira, 18 de março de 2019

Nova Ordem Social - Lê com atenção



Em Portugal não existe um forte movimento Nacionalista porque é tudo a feijões!

Porque a esmagadora maioria dos Nacionalistas em Portugal ainda não se convenceu de que estas «nossas ideias» e esta «nossa concepção do mundo» não é nenhum hobby, não é moda e não é algo que desaparece ou ocupa lugar de segundo plano quando se passa a ter 20, 25 ou 30 anos. Não se coaduna com comportamento rebeldes e inconsequentes, não tem a ver com exibições gratuitas de símbolos ou roupa.

Caro amigo, não faças aquilo que te dá prazer, não demonstres a tua revolta perante o que nos rodeia da forma mais primária ou de forma violenta...não faças aquilo que «eles» querem que tu faças. Não sejas uma marioneta nas mãos dos nossos oponentes! Se queres realmente fazer algo...respira fundo e procura antes canalizar toda essa revolta e energia para «atacar» o sitema com material e actividades verdadeiramente revolucionárias e eficazes e apoiando os projectos sérios e construtivos, que visam não só lutar contra esta sociedade decadente, como lutar pela edificação de uma nova mentalidade e de um «novo homem»!!!

Uma última pergunta poderá ocorrer-vos: « Se o movimento Nacionalista não está tão forte como gostaria e se  existissem tantas "condições" para ser um activista e para que as coisas "vão para a frente", e se ainda por cima fico por vezes decepcionado com algumas pessoas ou com algumas coisas que não correm bem, porque é que hei-de fazer eu parte desta luta tão exigente?»
A resposta é muito clara: Não faças parte! É que a maior parte das pessoas que se interessam pelas nossas ideias estão connosco, «andam» connosco e dizem partilhar as nossas ideias, mas estão redondamente enganados. O seu lugar poderá ser em muitos locais, mas certamente não junto de Nacionalistas, as suas ideias (quando as têm) poderão ser algumas, ou até muitas, mas certamente não são as «nossas» e não têm o «nosso comportamento» perante a vida. É para todas essas pessoas, independentemente da idade ou localização geográfica, que eu digo: Não façam parte do «nosso movimento».
Basta de equívocos! Quanto mais cedo vocês e nós entendermos isso, melhor para todos.

Ao longo dos últimos anos, o movimento Nacionalista felizmente tem evoluido imenso na sua qualidade humana.Tem-se depurado e exposto muitas pessoas, algumas delas eram mesmo consideradas como uma referência Nacionalista em Portugal, o que é gravissimo. E que não haja qualquer dúvida: Apesar de querermos sempre evoluir mais e melhor, até porque tal está perfeitamente ao nosso alcance, a verdade é que hoje em dia o «nosso movimento», apesar de ainda fraco (tendo em conta as nossas ambições) está provavelmente mais maduro e forte do que nunca!

Para os Nacionalistas que se identificam com as «nossas ideias», a resposta à pergunta acima colocada é igualmente muito clara: Façam parte deste combate, pois é a causa mais justa e mais importante que pode existir para nós, Portugueses e Brancos. Para além do mais, é a nossa própria sobrevivência, enquanto Povo e Nação, que está em perigo. Arregaça as mangas e passa a fazer parte desta aventura!

Inscreve-te na Nova Ordem Social!

JLR

sábado, 16 de março de 2019

Os Ataques na Nova Zelândia


Sobre os recentes ataques na Nova Zelândia, a Nova Ordem Social, subscreve na íntegra o depoimento de Simon Lindberg, Líder da Nordic Resistence Movement.
Disponível e português:

https://www.nordfront.se/tankar-om-moskeskjutningarna-i-nya-zeeland.smr

Actualizado: Não é um dos nossos!

sábado, 23 de fevereiro de 2019

La Voz Iberica - entrevista Mario Machado

Entrevista de Costa Moreno ao Dr.Mario Machado
líder da NOS, Nova Ordem Social

1-C.M. : Em que família politica se enquadra o ” nova ordem social “?
M.M.: A Nova Ordem Social faz parte da Terceira Posição, um vector ideológico que tem como pontos essenciais 
a defesa da identidade etno-cultural (contra o multiculturalismo e o globalismo), o apoio a uma sociedade 
solidária e organizada de forma orgânica (contra o individualismo e o liberalismo), a primazia do espírito sobre a 
matéria (contra o materialismo, capitalismo e reducionismo utilitário), e, tal como muitos movimentos congéneres, 
também defendemos o pan-Europeísmo.

2- C.M .: Revê se nas politicas e familiara politica de Marie Le Pen?
M.M: vemos com bons olhos o crescimento e sucesso da União Nacional de Le Pen. Em certa medida, mesmo 
as políticas oficiais do seu partido, têm algumas semelhanças com as nossas. No entanto sabemos que a União 
Nacional está bem mais próxima de nós em termos ideológicos do que parece, devido à influência metapolítica e 
à estratégia de “entryism” da Geração Identitária (um movimento pan-Europeu que admiramos bastante, e com 
cujo ramo [não-oficial] espanhol já estabelecemos contacto e fizemos uma entrevista).

3-C.M: Portugal foi o pais de direita fascista no passado ou de direita nacionalista?
M.M: Portugal nunca teve um governo fascista, Salazar não era fascista, e sim, pode-se dizer que que o regime 
de Salazar era de “direita nacionalista”. Mas há que referir que o nosso movimento é diferente em termos 
ideológicos e práticos do regime de Salazar. Nós somos nacionalistas sim, e admiramos muito daquilo que 
Salazar e o Estado Novo fizeram, no entanto somos um movimento moderno, não estamos presos ao passado, e 
estamos adaptados e atendemos ao mundo moderno e aos desafios e circunstâncias actuais.

4-C.M: Salazar e o general Franco como os analisa ?
M.M.: A ideia que mais associo a Salazar é a de honestidade, verticalidade e nobreza de espírito. Tal como 
Franco era um tipo de líder que é escasso nos dias de hoje; aquele que é movido genuinamente pelo seu ideal e 
por algo superior a si, o seu povo, ao invés do interesse pessoal, ambição individual ou exclusivamente orgulho 
próprio.

5-C.M: Porquê do povo português ter receio de comentar abertamente sobre Antonio Oliveira Salazar?
M.M.: Porque ao longo das últimas décadas, tal como sucedeu por todo todo o mundo Ocidental, o Marxismo 
Cultural venceu a luta metapolítica… Aos poucos a nossa cultura e espectro de ideias debatíveis e aceitáveis, 
alteraram-se muito. A extrema esquerda, inspirada pelo ideólogo e estrategista comunista italiano Gramsci e pela 
Escola de Frankfurt, conseguiu infiltrar-se no meio académico, mudar o discurso nos meios públicos, a cultura, e 
modificar assim radicalmente a nossa sociedade. Quem diria há 50 anos atrás que hoje os homosexuais se 
poderiam casar? Isto ilustra bem o sucesso da estratégia dos nossos adversários políticos, mas neste momento 
somos nós, nacionalistas e identitários, que a estamos a usar.

6- C.M.: Mario Machado economicamente o país Portugal é viável?
M.M.: Claro que sim, Portugal tem muito potencial. Acima de tudo temos recursos humanos, e na verdade, no 
fundo, não existe riqueza mais importante num país que não a sua população. Desde que a nossa demografia 
não se altere radicalmente e as raízes biológicas que sustêm o nosso tipo de sociedade e civilização (Europeias) 
se mantenham, teremos sempre potencial como país, podemos ser no mínimo tão bem sucedidos 
socioeconomicamente como Espanha ou Itália, e provavelmente mais até, dependendo da qualidade do sistema 
político e dos seus líderes.

7-C.M.: Não está Portugal e a Europa de ” joelhos ” perante a força económica dos países muçulmanos?
M.M.: Não receio que o poder dos mundo muçulmano por si mesmo possa ultrapassar ou ameaçar o da Europa 
ou do mundo Europeu/Ocidental. No entanto as políticas suicidárias, incluindo a imigração em massa 
proveniente do terceiro mundo, podem realmente acabar com a hegemonia e proeminência da nossa Civilização 
a longo-prazo, por isso estamos nós aqui a lutar para substituir a sua elite política, antes que seja tarde, para 
darmos aos nossos descendentes um futuro digno da nossa história enquanto Europa/Ocidente.

Ver mais em:
https://lavoziberica.wordpress.com/2019/02/19/costa-moreno-entrevista/