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sexta-feira, 6 de outubro de 2017

PORTUGUESE MEDIA INTERVIEWS MÁRIO MACHADO [translated to english]

Mário Machado detained in Sweden

The ancient leader of Frente Nacional tells SÁBADO that he was 30 hours detained in Sweden, where he was going to speak at a nationalist conference.. Now he is forbidden to enter the country for the next 3 years.
Five months after leaving prison in parole, Mário Machado as detained in Sweden. The incident happened friday, 29th September, after the ancient leader of the Frente Nacional and ex-leader of the skinhead movement Portugal Hammerskins landed in Sweden, to be a speaker in one of the events of the ultranationalist Nordic Resistance Movement.
The detention happened right after Machado landed in the Gothenburg airport. In declarations to SÁBADO, the ancient leader of Frente Nacional says that, right after putting “the feet in the airport”, was “received by the secret services and the swedish police”. “I was detained for 30 hours and was deported back to Portugal, being now forbidden to return to that country for 3 years”, he said. “I felt like a true political prisoner”, he added.
Mário Machado doesn’t understand the motive for his detention -- and he guarantees that the swedish authorities didn’t let him talk with the embassy or with lawyers. “If i had taken a gun or yelled in the plane, i would understand the detention. But i was just trying to travel to other country, using the free movement of people possible in the Schengen Area”, he explained.
The ancient skinhead leader leader tells that he was taken to a swedish prison and, during 30 hours while he was detained, he was questioned 3 times by the secret services. “The policemen gave me a green uniform, boxers and putted me inside prison cells. I was 30 hours in prison and they warned me that the detention could be extended up to 300 days. I ended up free, but they deported me”, he describes.
A close source to the process confirmed to SÁBADO that Mário Machado was, indeed, detained when he reached Gothenburg. The same source adds that “the detention happened due to the criminal record of Mário Machado”. We may remember that Mário Machado was in prison for almost 10 years for racial discrimination, aggravated coercion, illegal possession of weapon, aggressions and attempted extortion.
The swedish authorities learned that Mário Machado was on his way to Sweden to participate in the ultranationalist event of Nordic Resistance Movement. Besides this, other leaders of the European far-right were also detained, like Julian Bender of the neo-nazi party Der Dritte Weg.
Despite the detention, that made him miss a demonstration in Gothenburg marked by violent confrontation that caused dozens of injured and arrests, Mário Machado guarantees that “teh days in Sweden were profitable”. “We showed that the system runs over itself and i used the opportunity to strengthen relations with other nationalist comrades. Since then, my new movement New Social Order was already invited to go nationalist events in Germany and Hungary, and we even have interviews in our calendar”, he said.
“My time in prison didn’t weaken my nationalist beliefs”.
Mário Machado is in parole since May 2017, after being almost 10 years in prison. However, as he himself tells SÁBADO, nothing changed. “Nationalism is in my blood. I’m a nationalist since i’m 14. The time in prison didn’t weaken my beliefs. If nothing changed with this [prison], i will not change”, said the ancient leader of Frente Nacional.
Faced with a possible return to prison, Mário Machado admits that “it’s always a possibility. I’m in parole, and i can’t even breath for a second. But it was also because of that that i took a degree in law - i know how far i can go. That was my goal when i left. Now i want to do all that is possible to follow my political path”, he said, guaranteeing that “violence is something of the past”. “That is no longer my style”, he says.
The ancient leader of Frente Nacional says that he already knows “what political path to trek”. During prison, in 2014, Machado founded the a movement - the Nova Ordem Social (NOS) [New Social Order]. It was “frozen” until may 2017, and started activity 5 months ago. Where does the portuguese nationalist want to take NOS? “We want to be a party. First, create sections and regions through the country, have number and force to start goint to the streets, spreading propaganda while a movement. And then, when we have a structure ready, gather the necessary 7500 signatures to register a party”, Machado explains. “After this… making the normal progression of any party: reaching power”, he concludes.

Mário Machado detido na Suécia (revista Sábado ; Correio da Manhã ; Observador)

O antigo dirigente da Frente Nacional diz à SÁBADO que esteve 30 horas detido na Suécia, onde ia falar numa conferência nacionalista. Agora está proibido de entrar no país nos próximos três anos
Cinco meses após sair da prisão em liberdade condicional, Mário Machado foi detido na Suécia. O incidente aconteceu sexta-feira, dia 29 de Setembro, depois de o antigo dirigente da Frente Nacional e ex-líder do movimento skinhead Portugal Hammerskins ter aterrado na Suécia, para ser orador num dos eventos dos ultranacionalistas Nordic Resistence Movement.

A detenção aconteceu logo após Machado aterrar no aeroporto de Gotemburgo. Em declarações à SÁBADO, o antigo dirigente da Frente Nacional diz que, mal pôs "os pés no aeroporto", foi "recebido pelas secretas e polícia sueca". "Estive detido durante 30 horas e fui deportado de volta para Portugal, estando agora proibido de voltar àquele país durante 3 anos", disse. "Senti-me um verdadeiro preso político", acrescentou.

Mário Machado não compreende o motivo da detenção - e garante que as autoridades suecas não o deixaram falar com a embaixada ou com advogados. "Se tivesse levado uma arma ou gritado no avião, eu compreenderia a detenção. Mas eu só estava a tentar viajar para outro país, aproveitando a livre circulação de pessoas dentro do Espaço Schegen", explicou.

O antigo líder skinhead conta que foi levado para uma prisão sueca e, durante as 30 horas em que esteve detido, foi interrogado três vezes pelas secretas. "Os polícias deram-me uma farda verde, uns boxers e puseram-me mesmo dentro de celas. Estive 30 horas na prisão e avisaram-me que a detenção podia ir até 300 dias. Acabei por sair, mas deportaram-me", descreve.


Fonte próxima do processo confirmou à SÁBADO que Mário Machado foi, de facto, detido à chegada a Gotemburgo. A mesma fonte adianta que "a detenção aconteceu devido ao antecedente criminal de Mário Machado". Recorde-se que Mário Machado cumpriu quase 10 anos de prisão por discriminação racial, coação agravada, posse ilegal de arma e ofensa à integridade física qualificada e tentativa de extorsão.


As autoridades suecas souberam que Mário Machado se encaminhava para a Suécia para participar no evento ultranacionalista Nordic Resistence Movement. Além disso, também foram detidos outros líderes de extrema-direita europeus, como Julian Bender do partido neo-nazi Der Dritte Weg. 
Apesar da detenção, que o levou a faltar a uma manifestação em Gotemburgo marcada por confrontos violentos que provocaram  dezenas de feridos e detidos, Mário Machado garante que "os dias na Suécia foram proveitosos". "Mostrámos que o sistema se atropela a si próprio e aproveitei para estreitar relações com outros camaradas nacionalistas. Desde então, o meu novo movimento Nova Ordem Social já foi convidado para ir a eventos nacionalistas na Alemanha e Hungria, e até já temos entrevistas marcadas", disse.

"O tempo na prisão não fez mossa às minhas crenças nacionalistas"
Mário Machado está em liberdade condicional desde Maio de 2017, após ter estado quase 10 anos na prisão. Contudo, conta o próprio à SÁBADO, nada o mudou. "O nacionalismo está-me no sangue. Sou-o desde os meus 14 anos. O tempo na prisão não fez mossa em relação às minhas crenças. Se nada mudou com isto [a prisão], não irei mudar", disse o antigo dirigente da Frente Nacional. 

Confrontado com um possível retorno para a prisão, Mário Machado admite que tal "é sempre uma possiblidade. "Estou em liberdade condicional, e nem respirar um segundo posso fazer. Mas também é por isso que me licenciei em Direito - sei até onde posso ir. Era esse o meu objectivo quando saí. Agora quero fazer tudo o que for possível ao meu alcance para seguir o meu caminho politico", disse, garantindo que "a violência é uma coisa do passado". "Já não é o meu estilo", frisa.

O antigo dirigente da Frente Nacional diz que já sabe "qual o trilho político a percorrer". Durante a prisão, em 2014, Machado fundou um movimento - o Nova Ordem Social (NOS). Esteve "congelada" até Maio de 2017, e começou no activo há cinco meses. Até onde quer o nacionalista português levar o NOS? "Queremos ser um partido. Primeiro, criar secções e regiões pelo país, ter número e força para começar a sair à rua, espalhando propaganda enquanto movimento. Depois, quando tivermos a estrutura preparada, recolher as 7500 assinaturas necessárias para fazer um partido político", explica Machado. "Depois... é fazer a progressão normal de qualquer partido: chegar ao poder", conclui.

Revista Sábado :

Correio da Manhã : 

Observador:

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Der Dritte Weg - entrevista a Mário Machado

1- Olá Mario, agrada-nos imenso a oportunidade de te podermos fazer algumas questões, mas antes de começarmos gostariamos que fizesses uma pequena apresentação sobre a tua pessoa e o teu movimento em Portugal.


Chamo-me Mário Machado e sou nacionalista desde os meus 14 anos de idade (1990). Aos 15 aderi à primeira organização nacionalista FDN (Frente de Defesa Nacional), e desde essa data (1990) até hoje mantive-me sempre activo no movimento das mais variadas formas. Tornei-me nacionalista porque tinha um forte ambiente patriótico e acima de tudo anti-comunista em casa , pois a minha família foi espoliada pelos marxistas após o golpe de estado de 1974 e a partir daí tudo surgiu naturalmente.
Hoje sou dirigente do NOS. Modéstia à parte, creio que sempre fui muito estimado pelos meus camaradas, e mesmo em alturas que não o queria, estes elegeram-me como o seu líder deste futuro partido, o que é uma honra. Hoje aceito isso naturalmente, principalmente depois de perceber que após o meu cativeiro, o movimento colapsou e desapareceu até à sua mais ínfima insignificância. Agora já é o sentido de dever, que não me permite declinar essa responsabilidade, que espero seja passageira, até aparecer a pessoa certa para o lugar.
A NOS surge assim dentro dos muros da cadeia, para colmatar essas lacunas e falhas no ativismo dentro do nosso movimento. A escolha do nome tem um duplo significado NOS quer dizer ‘we’ em português, e por extenso significa que queremos uma nova ordem social para a nossa pátria. Foi desde o início ponto assente entre os fundadores que a palavra social teria que estar presente!



2- Qual é a política, neste momento, seguida pelos partidos nacionalistas do teu país, em relação à invasão estrangeira que está a acontecer na Europa?
Não existem partidos nacionalistas em Portugal neste momento. No passado o PNR era um partido nacionalista, quando eu e os meus camaradas estávamos a orientar o partido, mas neste momento apenas se pode dizer que o PNR é no máximo um partido de direita patriótica.
Não se opõe a que não-europeus possam obter a nacionalidade ‘por serviços prestados à nação’, e integram não-europeus nas suas fileiras, que são estrategicamente colocados na frente das manifestações e marchas.
Fazem isto ao mesmo tempo que se auto-classificam como nacionalistas e se dizem defender a identidade Portuguesa e Europeia.

3- Como é o vosso trabalho político concretamente. Promovem acções de ajuda social? Como transmitem os vossos ideáis aos Portugueses? Usam métodos clássicos, como por exemplo: folhetos, stand's ou demonstrações? Qual o papel das redes sociais no vosso movimento?
O nosso movimento ainda é muito recente. Neste momento apenas estamos a criar estruturas pelo país e a promover as nossas ideias e o nosso movimento através das redes sociais. Claro que planeamos em breve usar esses métodos clássicos, e também criar organizações de solidariedade da mesma forma que movimentos como o Aurora Dourada, Hogar Social ou Casapound fizeram.

4- O que achas da idéia da tentativa de influênciar adeptos de futebol (ultras) para seguirem os nossos ideáis políticos? Faz sentido?


É uma ideia que não excluímos. Eu próprio estive associado a claques de um clube desportivo (Sporting), e sei que o nacionalismo é algo muito difundido e de fácil proliferação entre as claques desportivas.
Desde que os nossos membros tenham uma postura vertical e boa óptica não vejo problema e recrutar de qualquer grupo social do nosso país.


5- Uma pergunta sobre o teu país: Quando viajar para Portugal, o que tenho de visitar obrigatoriamente?


Portugal é um país com muito história e tem muitos locais bonitos para visitar, é difícil escolher. Mas sugeriria talvez cidades como Coimbra, Aveiro, Porto, e Lisboa (apesar da última por vezes já não parecer uma cidade Portuguesa ou Europeia).
Monumentos interessantes são a Torre de Belém, Mosteiro dos Jerónimos, Palácio de São Bento… ou lugares como Sintra. Temos também praias muito boas, especialmente na parte sul do país.

6- O que podemos esperar do vosso movimento no futuro? Planeiam concorrer a eleições?


Como já disse, neste momento estamos a criar estruturas por todo o país e a crescer. Planeamos registarmo-nos como partido em breve, mas se antes das eleições autárquicas não o conseguirmos fazer, colocaremos candidatos de qualquer maneira (a nossa lei permite-o).
Passaremos de uma presença mais virtual para uma presença e actividades focadas no mundo real. Esperamos em breve ser mais conhecidos pelos portugueses e ser falados na comunicação social.

7- Estamos muito agradecidos por esta pequena entrevista. A última palavra pertence-te a ti?


Agradeço imenso o vosso interesse no nosso movimento. Para nós é muito importante a cooperação e laços entre movimentos nacionalistas Europeus, o nosso povo e civilização estão ameaçados por todo o mundo, e todos temos os mesmos desafios e problemas, temos que estar unidos, não só por causar disto mas também pela nossa identidade comum.

Desejo muito sucesso ao vosso movimento e convido-vos a vir a Portugal participar nos nossos eventos no futuro.
Saudações!

domingo, 1 de outubro de 2017

Discurso da Nova Ordem Social na Suécia (30 Set. 2015)

  Camaradas, quero em primeiro lugar agradecer ao Movimento de Resistência Nórdico por este convite. É uma grande honra estar aqui, lado a lado com activistas detentores de tamanha vontade, determinação e amor pelo seu povo e ideal, atributos que transformaram o Movimento de Resistência Nórdica naquilo que é hoje, uma das organizações políticas mais profissionais, mais empenhadas e bem-sucedidas da Europa.

A história da nossa identidade como Europeus, remonta há milhares de anos. Partilhamos uma mesma origem desde a pré-história, somos filhos da cultura Grega, de Roma, dos Celtas, Germânicos e de outros povos irmãos. Em essência temos a mesma identidade, pois pertencemos à mesma linhagem, e assim, à mesma civilização.

Somos um organismo vivo que viveu durante milénios, e tal como tudo o que vive, desde a mais pequena bactéria, à maior das espécies, deveríamos querer sobreviver.
Camaradas, não necessitais que vos ensine o que já sabeis, mas permiti-me que vos recorde o que está em jogo. E o que está em jogo é uma história que começa há 2500 anos. Uma história de oposição e conflito, entre o Ocidente e o Oriente, na qual se forjou grande parte daquilo que somos e temos sido.
Foi há 2500 anos que, pela primeira vez, uma potência asiática tentou apoderar-se do que era nosso. Encontrou pela frente um povo apegado à liberdade e aos seus valores, capaz de unir-se para enfrentar a ameaça que se configurava. E então, nos campos de Maratona e nas águas de Salamina o invasor pôde provar esse apego europeu à sua identidade e à sua liberdade.
A saga continuou com Roma, Bizâncio, Constantinopla. Com Moscovo, Lepanto, Viena. Momentos em que os europeus suplantaram as hordas asiáticas. Muitas vezes sozinhos; em outras experimentando a solidariedade desejada entre irmãos por vezes desavindos. E foi assim que Partos, Árabes, Tártaros, Otomanos e tantos outros experimentaram a derrota e conheceram a coragem e o carácter de que têm sido feitos os europeus.
Houve momentos de desânimo. Houve a queda de Constantinopla, houve os campos do Kosovo, houve a submissão dos povos balcânicos. Mas houve sempre a capacidade de dar a volta a essas horas negras. Houve sempre, presente no espírito dos nossos, a chama que fora acesa na Antiga Grécia e que nunca mais se apagou das nossas vidas. E houve a superação dos europeus quando se uniram e foram imortais: nas Cruzadas, na Reconquista da Península Ibérica, na espantosa vitória de Viena. Sempre que fomos um só fomos invencíveis.

Esta é uma história que nós, portugueses, bem conhecemos. No ano de 711 a Península Ibérica experimentou a invasão islâmica. Mas pouco depois teve início a Reconquista, um processo lento e difícil, mas que teve um final feliz. Em 1249, quinhentos anos após a entrada do inimigo em solo que é hoje Portugal, a vitória era nossa e definitiva.

Mas não acabou aí a aventura. Expulso o invasor, procurámo-lo nas suas terras e aí o combatemos. Perseguimo-lo em África e na Ásia; de Marrocos à Indonésia. Derrotámo-lo e fizemo-lo pagar pela agressão que tinha cometido contra nós. Fomos heróis.
De tudo isso. Dessa espantosa saga de resistência e coragem, de união entre os europeus, que resta hoje?

Sobra uma história mal contada, deturpada, omitida. Sobra uma narrativa falsificada pelos mundialistas, pelos cosmopolitas, pelos inimigos da Europa – os piores dos quais vivem entre nós. Hoje pedem-nos que nos envergonhemos do passado, que o esqueçamos, que o substituamos por uma sucessão de mentiras e abominações. Que nos sujeitemos às desculpas e às humilhações. Aqueles que proclamam a igualdade apenas vêem violência de um dos lados, como se o outro fosse puro e inocente.
Hoje, a Europa está novamente a enfrentar uma das suas horas difíceis. Será a mais difícil ou já vivemos outras ainda piores?
É certamente uma das mais dramáticas, sobretudo para a chamada Europa Ocidental, na qual incluímos a Escandinávia. Vivemos hoje novos capítulos dessa história milenar de conflito entre o Ocidente e o Oriente. Mas este surge agora reforçado: pelo Sul e pela quinta coluna que, desde há décadas, se tem vindo a afirmar e vai minando o carácter e a vontade europeia. Forças diversas, umas bem identificadas outras actuando na sombra – e talvez por isso ainda mais sinistras – empenham-se na destruição da identidade europeia e têm manobrado nesse sentido.

Seguindo os ensinamentos dos seus mentores infiltraram-se nas instituições. Tomaram conta das universidades e dos sistemas de ensino. Servem-se das escolas para propagarem a ideologia e deformarem as mentes dos jovens, inculcando-lhes o ódio patológico pelo que é europeu e o amor doentio ao estrangeiro e ao outro.
Tomaram conta da comunicação social e nela espalham todo o tipo de calúnias sobre os patriotas e nacionalistas europeus; promovem a agenda ideológica do multiculturalismo e da esquerda pró-imigração; comprazem-se em promover o elogio do invasor e a ideologia de género em simultâneo. Que isso seja uma contradição não é algo que os preocupe, empenhados que estão na destruição de um continente, na aniquilação de um modo de vida. São como o escorpião da fábula, picando o hospedeiro mesmo que em seguida sejam também aniquilados.
É uma esquerda que vive empenhada na guerra civil europeia desde que Lenine proclamou a sua necessidade. Não o conseguindo em 1917, continuaram a tentar. Não lhes chegou a guerra fratricida de 1939-45 na qual milhões de irmãos perderam a vida enquanto outros assistiam e gozavam a destruição do continente.

Mas a Europa reergueu-se e reconstruiu-se. Infelizmente, essa foi também a sua fraqueza. Se o marxismo não venceu militarmente o Ocidente foi o seu outro irmão materialista, o capitalismo, a amolecer a vontade dos povos. Décadas de crescimento económico tornaram os europeus insensíveis à necessidade do esforço e do sacrifício. Tornámo-nos naquilo que os nossos antepassados gregos e romanos censuravam aos povos do Oriente: efeminados, materialistas, luxuriosos. Colocámos o bem estar físico à frente do espiritual. Deixámos de perceber que só um povo que se dá ao luxo de ser pobre é capaz de ser invencível – algo que os americanos experimentaram no Vietname, na Somália e no Afeganistão.
A nossa riqueza foi também a nossa fraqueza. E aí, nesse ambiente inquinado, a esquerda pôde agora prosseguir a sua ofensiva, minando as bases da civilização até ao ponto de fazer com que esta duvidasse de si mesma.

Tomaram conta, como dissemos, das escolas, das universidades, da comunicação social, do cinema, do desporto, da política. Em todo o lado foram promovendo as suas ideologias venenosas. E nós, quando vimos cair o muro de Berlim, pensámos que o marxismo fora derrotado. Puro engano. Continuou bem vivo, mais perigoso do que nunca, porque agora já não havia lugar onde estivesse pronto a ser identificado e reconhecido. Agora já não estava em nenhum lado e, por isso, estava em todo o lado.
Derrotado economicamente, o marxismo emergiu vitorioso do ponto de vista da cultura. E essa, já sabemos, é zona de batalha muito mais importante. Foi aí que o marxismo se mostrou capaz de corroer um continente adormecido. E hoje, quase trinta anos após a queda do muro, a esquerda está prestes a cumprir o sonho leninista de lançar o continente numa guerra civil para a qual já importou – e continua a fazê-lo diariamente – as tropas auxiliares. Os novos bárbaros que ameaçam destruir uma ordem secular tal como sucedeu com Roma.

Hoje a nossa estirpe voltou-se contra a Natureza. O que vemos é análogo a algo tão antinatural e surreal como uma mãe que tira o pão da boca do seu filho esfomeado para o dar a um desconhecido… Todos os seres vivos na Natureza se unem pelas pelas suas semelhanças, pondo os seus primeiro, aqueles com quem partilham a mesma identidade e de quem estão mais próximos. No entanto nós Europeus somos uma entidade natural única, pois agindo sem precedentes, estamos a dar tudo aos outros em detrimento de nós próprios.

O vírus do etnomasoquísmo e da xenofilia que nos está a destruir, foi-nos transmitido por uma casta internacional, desenraizada, oligárquica, que tem como objectivo primeiro destruir a identidade Europeia, pois vê-a como sendo ameaça principal aos seus planos de unificação política e domínio do Mundo.
Eles não são apenas inimigos da Europa, mas de toda a Humanidade. Mas nós somos o seu principal inimigo, por sermos aqueles que podem destruir os seus planos.
O desafio é difícil, muito difícil, alguns diriam ‘impossível’, mas nada necessário é alguma vez ‘impossível’.
Os nossos antepassados conquistaram o mundo, dividiram o átomo, chegaram à Lua... No nosso sangue está o potencial para a glória, e para a vitória sobre qualquer obstáculo.
Unidos, nós, Europeus de todo o mundo, não temos nenhuma força capaz de nos fazer frente, muito menos de nos destruir. Tudo o que precisamos é de trabalhar em cooperação em todos os nossos países para que o nosso povo acorde. E ele já está a acordar, tanto pelo nosso esforço, como pelos erros dos nossos inimigos ou pela simples reacção natural ao processo de degradação que eles encetam no nosso povo.

Em Portugal, a Nova Ordem Social, é a representante dessa força de defesa e resistência contra os poderes da destruição. Somos nacionalistas, estamos a espalhar a nossa mensagem e a crescer. Queremos formar um partido em breve, e intensificar a luta metapolítica.
A nossa situação demográfica ainda não é tão grave como a de países como a Suécia, embora se esteja a caminhar nessa direcção.
Mas queremo-vos dizer que não percam o ânimo. Como explicou Newton, para cada acção há uma reação de igual intensidade e de sentido oposto, o povo sueco está a reagir a tudo isto, e vocês são a ponta-de-lança dessa reacção.
Acreditamos que em breve, tanto vocês na Suécia, como nós em Portugal, e todos as outras forças nacionalistas no mundo Europeu, todos teremos a oportunidade de destruir os nossos inimigos, e fazer renascer a Europa.
Nós somos o escudo e a espada da Europa, e está nas nossas mãos trazer-Lhe um futuro digno do seu passado.
Agradeço mais uma vez a todos vocês pela vossa amizade e camaradagem, e convido o vosso movimento a vir também a Portugal participar nas nossas actividades.
Juntos venceremos, obrigado a todos!
Viva a Vitória!

Die Redaktion unserer Netzseite www.der-dritte-weg.info führte Anfang September ein Interview mit dem portugiesischen Nationalisten Mario Machado, welcher Vorsitzender der „Nova Orden Social“ („NOS“)

Die Redaktion unserer Netzseite www.der-dritte-weg.info führte Anfang September ein Interview mit dem portugiesischen Nationalisten
Mario Machado, welcher Vorsitzender der „Nova Orden Social“ („NOS“) ist. Diese noch junge Organisation versucht aktuell, flächendeckende Strukturen in Portugal aufzubauen und sich demnächst als Partei registrieren zu lassen. Um mehr über diese neue Organisation zu erfahren, führten wir dieses Interview.
Der III. Weg: Hallo Mario es freut uns sehr, dass wir Dir ein paar Fragen stellen können, doch bevor es losgeht, bitte ich Dich, um eine kurze Vorstellung deiner Person und deiner neuen Bewegung in Portugal.
Mario Machado: Mein Name ist Mario Machado und seit meinem 14. Lebensjahr (1990) bin ich ein Nationalist. Im Alter von 15 Jahren bin ich der ersten nationalistischen Organisation namens FDN (Nationale Verteidigungsfront) beigetreten. Seitdem (1990) und bis zum heutigen Tage bin ich in der Bewegung auf vielfältige Weise aktiv. Ich wurde zum Nationalisten, da meine Familie von den Marxisten nach dem Putsch von 1974 geplündert wurde, und ich daher in einer starken patriotischen und vor allem antikommunistischen Atmosphäre aufwuchs. Alles Weitere hat sich auf natürliche Weise ergeben.
Heute leite ich die Partei „NOS“. Bei aller Bescheidenheit, ich glaube, dass ich von meinen Kameraden immer sehr geschätzt worden bin, selbst dann, als ich es manchmal gar nicht wollte. Sie haben mich zum Leiter dieser zukünftigen Partei gewählt, was eine Ehre für mich ist. Heute nehme ich das natürlich an, besonders nachdem ich erkannt habe, dass während meines Gefängnisaufenthaltes die Bewegung zusammenbrach und an Bedeutung verlor.
Jetzt ist es eine Art von Pflichtgefühl, das mir nicht erlaubt, diese Verantwortung zu verweigern, bis die richtige Person erscheint, um diese Stelle zu übernehmen. NOS entstand hinter den Gefängnismauern, um diese Lücken und Misserfolge im Aktivismus in unserer Bewegung auszufüllen. Die Wahl des Namens hat eine doppelte Bedeutung NOS bedeutet „Wir“ auf Portugiesisch, ausgeschrieben bedeutet es, dass wir eine neue soziale Gesellschaftsordnung für unsere Heimat wollen. Von Anfang an wurde unter den Gründern vereinbart, dass das Wort „sozial“ bei der Namensfindung erwähnt werden sollte.


Der III. Weg: Wie ist die politische Lage derzeit für volkstreue Kräfte in Deiner Heimat im Zeichen der Überfremdung Europas?
Mario Machado: Es gibt derzeit keine nationalistischen Parteien in Portugal. Die Partei PNR war, als meine Kameraden und ich in der Vergangenheit die Partei führten, eine nationalistische Partei, jedoch momentan würde ich die PNR bestenfalls als eine patriotische Rechtspartei beschreiben.
Diese Partei steht dafür, dass Nicht-Europäer die portugiesische Staatsangehörigkeit für Dienste erwerben können, die sie im Rahmen der Nation geleistet haben. Darüber hinaus werden diese Nicht-Europäer in der Partei integriert und danach strategisch in Demonstrationen und Märschen in die ersten Reihen platziert. Zur gleichen Zeit bezeichnen sie sich selbst als Nationalisten und behaupten, die portugiesische und europäische Identität zu verteidigen.
Der III. Weg: Wie sieht Eure politische Arbeit konkret aus? Gibt es z.B. soziale Hilfsdienste eurerseits? Wie erreicht Ihr die Menschen Portugals? Setzt Ihr eher auf klassische Mittel wie Flugblätter, Infostände oder Demonstrationen? Und welche Rolle spielen die sozialen Medien dabei?
Mario Machado: Unsere Bewegung ist noch in der Anfangsphase. Im Moment bauen wir eine Struktur im ganzen Land auf und nutzen die sozialen Netzwerke, um für unsere Ideen und unsere Bewegung zu werben. Natürlich planen wir in naher Zukunft auch auf klassische Methoden (wie z. B. Flugblätter etc.) zurückzugreifen. Wir planen auch Hilfsorganisationen wie zum Beispiel bei den Bewegungen „Aurora Dourada“, „Hogar Social“ oder „Casapound“ zu kreieren.
Der III. Weg: Was denkst Du über den Versuch, Ultra Fans beim Fußball in unserer Richtung hin zu politisieren? Ist das sinnvoll?
Mario Machado: Diese Idee würden wir im Allgemeinen nicht ausschließen. Ich selbst war Mitglied einer Fangruppe eines Fußballvereins (Sporting Lissabon) und weiß daher, dass Nationalismus unter den Fangruppen sehr verbreitet ist. Sofern Mitglieder eine gute Sichtweise und Rückgrat haben, sehe ich kein Problem, aus verschiedenen sozialen Gruppen in unserem Land neue Mitglieder anzuwerben.
Der III. Weg: Eine Frage zu Deinem Heimatland. Wenn ich Portugal bereise, was muss ich unbedingt gesehen haben?
Mario Machado: Da Portugal ein Land voller Geschichte mit faszinierenden und traditionellen Städten ist, gestaltet sich eine Auswahl sehr schwierig. Aber ich würde vielleicht Städte wie Coimbra, Aveiro, Porto und Lissabon vorschlagen (obwohl diese manchmal nicht mehr wie eine traditionelle, portugiesische oder europäische Stadt aussehen).
Interessante Denkmäler sind zum Beispiel die „Torre de Belém“, das Kloster „Mosteiro dos Jeronimos“, der Palast „Palácio de São Bento“ … oder Orte wie Sintra. Die wunderschönen Strände im südlichen Teil des Landes sind auch sehr sehenswert.
Der III. Weg: Was ist von Eurer Bewegung in Zukunft zu erwarten, plant Ihr an Wahlen teilzunehmen?
Mario Machado: Wie bereits erwähnt, sind wir dabei Strukturen im ganzen Land aufzubauen und befinden uns derzeit immer noch im Wachstum. Wir planen unsere Partei bald zu registrieren. Sollten wir dies jedoch vor den Kommunalwahlen nicht schaffen, werden wir die Kandidaten trotzdem aufstellen (unser Gesetz erlaubt dies).
Wir planen auch von der virtuellen Präsenz zu einer aktiveren Präsenz zu wechseln, die sich mehr auf die reale Welt konzentriert. Wir hoffen, uns bei den Portugiesen bald einen höheren Bekanntheitsgrad verschaffen zu können und zwangsläufig von den portugiesischen Medien häufiger erwähnt zu werden.
Der III. Weg: Wir danken Dir für das kleine Interview, Mario. Das letzte Wort gehört Dir.
Mario Machado: Vielen Dank für Euer Interesse an unserer Bewegung. Die Zusammenarbeit und die Beziehung zwischen europäischen nationalistischen Bewegungen sind uns sehr wichtig. Derzeit wird unser Volk und unsere Zivilisation weltweit bedroht und wir alle stehen den gleichen Herausforderungen und Problemen gegenüber, nicht nur aus diesem Grunde müssen wir vereint, sondern auch wegen unserer Identität, gemeinsam zusammenstehen.
Ich wünsche eurer Bewegung viel Erfolg und lade Euch hiermit ein, an unseren zukünftigen Veranstaltungen in Portugal teilzunehmen.
Herzliche Grüße!
http://der-dritte-weg.info/2017/10/01/im-gespraech-mit-mario-machado/