Mostrar mensagens com a etiqueta patriotismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta patriotismo. Mostrar todas as mensagens
domingo, 10 de fevereiro de 2019
Porto - Reunião do Conselho Nacional da Nova Ordem Social
Etiquetas:
conselho nacional,
fotografias,
nacionalismo,
nova ordem social,
patriotismo,
Porto
domingo, 3 de fevereiro de 2019
Discurso de Helena Pereira - Manifestação por Salazar
Parte I
https://videopress.com/v/jJMA0iBO
Parte II
https://videopress.com/v/MnwQrvrA
Parte III
https://videopress.com/v/KP6mMbYN
Agradecimentos Ephemera
Discurso de Helena Pereira da Nova Ordem Social, no Largo do Rato em Frente à sede do PS.
https://videopress.com/v/jJMA0iBO
Parte II
https://videopress.com/v/MnwQrvrA
Parte III
https://videopress.com/v/KP6mMbYN
Agradecimentos Ephemera
Discurso de Helena Pereira da Nova Ordem Social, no Largo do Rato em Frente à sede do PS.
Etiquetas:
discurso,
faz muita falta,
helena pereira,
nacionalismo,
nova ordem social,
patriotismo,
salazar
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019
Manif- Video directo da Assembleia da República
Etiquetas:
14words,
anti antifa,
entrevistas,
extrema direita,
helena pereira,
Manifestação,
Mario Machado,
nacionalismo,
nova ordem social,
nuno cardoso,
patriotismo,
salazar,
tvi,
video,
white pride
quarta-feira, 1 de novembro de 2017
Nova Ordem Social - As nossas ideias em 6 pontos
1 - Europa
No mundo actual das grande potências emergentes apenas grandes entidades geopolíticas podem ser jogadoras à escala global.
Por esta razão e também porque consideramos a Europa, como civilização e como povo, um valor intrínseco e superior, o NOS preconiza a união política do continente Europeu de forma a que este se torne uma força geopolítica, militar, tecnológica, e económica coerente.
Esta união deverá ser realizada sob a forma de que cada etno-região, ou pátria carnal, terá o seu Estado e um total grau de autonomia, preservando a sua identidade.
Este bloco geopolítico deverá defender os interesses dos Europeus de todo o mundo, e estabelecer laços o mais fortes possíveis com os povos Europeus da diáspora, como os Afrikaner da África do Sul, os Gaúchos do Sul do Brasil, os Quebequenses do Canadá, ou os Euro-Australianos.
2 - Identidade
O multiculturalismo é uma força homogeneizante e destrutiva da rica diversidade humana que dá beleza ao mundo e que permite ao Homem viver saudavelmente ligado, integrado e enraizado numa comunidade natural.
O sentimento de pertença é algo essencial para a existência de uma sociedade unida e saudável, e está na base da dignidade humana. Sem uma comunidade, um povo, uma identidade, o Homem torna-se um ser egoísta, individualista e degenerado, afastando-se da sua natureza humana.
Por estas razões e pelo apego que temos à nossa identidade etno-cultural, que amamos e valorizamos como algo cuja existência é inegociável, o NOS defende o fim do multiculturalismo.
Como medida para preservar a nossa identidade e por fim à ideia falhada do multiculturalismo, causadora de conflitos, problemas sociais, económicos e identitários, defendemos o estabelecimento do Jus Sanguinis Europeu de pai e mãe (uma simplificação da antiga lei de Péricles), como critério essencial para a aquisição da nacionalidade Portuguesa (e Europeia). Uma data de referência será estabelecida posteriormente na definição desta lei.
O NOS defende também o fim de toda a imigração não-Europeia para Portugal e para a Europa, e facilitará a inversão dos fluxos migratórios de imigrantes não-Europeus.
3 - Social
O Capitalismo é um aspecto do Liberalismo, que faz o Homem perder os seus valores transcendentes e reduzir todo o seu interesse ao dinheiro e aos bens e prazeres materiais que este pode comprar. É graças ao Liberalismo que vivemos numa sociedade materialista, degradada, degenerada e decadente, onde tudo é relativizado e onde valores imemoriais como a Coragem, a Honra ou a Nação são vistos por muitos como taras ridículas…
Como alternativa a esta visão do mundo e sistema degenerados, o NOS defende o Social Nacional. Isto é, não um socialismo centrado no objectivo de distribuir uniformemente os bens materiais ou o dinheiro, mas baseado na ideia do serviço do indivíduo ao bem superior da comunidade nacional, numa sociedade orgânica, hierárquica e saudavelmente competitiva.
Nesta sociedade social, o bem de qualquer indivíduo nunca será colocado acima do bem colectivo, a economia estará ao serviço das pessoas e não o inverso, e não haverão oligarcas ou entidades internas adversas à Nação ou capazes de influenciar a política em função dos seus interesses egoístas.
Defendemos que os recursos naturais e as redes de infra-estruturas devem estar na posse do Estado, e que as diversas actividades económicas devem ser devidamente reguladas ou concessionadas.
4 - Educação
De há décadas a esta parte o ensino tem servido como reprodutor da ideologia dominante, dirão os teóricos marxistas. Curiosamente tal é verdade. Simplesmente o sistema escolar não tem reproduzido uma ideologia burguesa ou como se lhe queira chamar, mas essencialmente marxista. Ou seja, aqueles que historicamente têm denunciado a função são os que dela se servem.
O ensino é hoje um veículo propagador da visão de mundo perfilhada pela esquerda, nas suas diferentes dimensões. Da nefasta ideologia de género ao não menos sinistro multiculturalismo, o ensino serve os desígnios da esquerda no seu empenho destruidor. As crianças e jovens servem de matéria-prima para o projecto de construção do homem novo.
A situação é particularmente grave nas chamadas humanidades, onde disciplinas como a História, a Filosofia, a Sociologia, a Psicologia funcionam como veículos transmissores de uma visão de mundo – no caso a marxista. Não se ensinam factos, mas sim a interpretação marxista dos mesmos. Faz-se doutrinação. O mesmo sucede nas línguas e literaturas. Se as ditas ciências exactas parecem mais imunes a tal situação, não podemos esquecer que mesmo estas não estiveram imunes ao contágio na URSS e países satélites. O marxismo, onde toca, contamina.
Face a tal situação exige-se um ensino isento, imparcial, no qual se ensinem as coisas como elas são, no qual se transmitam conhecimentos e valores concretos e não deturpações. Onde os alunos sejam encarados de forma séria e não como futuros elementos integrantes do contingente de “guerreiros da justiça social”. Porque essa é também a única maneira de os tratar de forma respeitosa e não utilitária.
5 - Família
A família tem sido o alvo central do ataque marxista às instituições ocidentais. Enquanto base civilizadora, enquanto elemento primário e fundamental da socialização, é nela que se joga muito do que será o futuro.
O ataque à família não é inocente. Faz parte do programa marxista desde a fundação. Engels encarava a mulher como a proletária do casal, levando assim á criação de uma fractura artificial onde ela não existia. Posteriormente, novos proletários foram sendo criados, pois essa é uma das verdades centrais do marxismo – a criação de conceitos passíveis de gerarem conflitualidade na medida em que é esta a geradora de oportunidades para a tomada de poder. Funcionando como elemento enfraquecedor do tecido social, abre caminho à dissolução do mesmo e sua substituição pelo novo mundo da utopia marxista.
Os ataques à família entroncam nesta realidade. A substituição desta por realidades artificiais, a subversão de instituições milenares e transversais a todas as sociedades, como o casamento ou a protecção das crianças, fazem parte do plano de destruição da civilização. O lançamento da confusão entre os jovens a propósito da sua condição sexual (hoje substituída pela “identidade de género”) insere-se ainda nesta estratégia. A construção de novas classes de proletários, como é o caso do movimento lgbt, é necessária à causa. Uma vez conseguido o intento a mesma pode ser dispensada. Fez o seu papel de “idiota útil” durante o tempo necessário e será tragada pelo comboio da história quando deixar de ser relevante.
Perante isto, afirmamos a necessidade da defesa da família bem como das instituições milenares que construíram e sustentam as sociedades europeias e ocidentais. Vítimas da ofensiva marxista cabe-nos defendê-las e proclamar a sua importância decisiva. Cabe-nos defendê-las enquanto insubstituíveis.
6 - Trabalho
Na actualidade, o liberal-capitalismo financeiro desenvolve um feroz ataque, de uma forma estruturada e metódica, contra o mundo do trabalho. O liberal-capitalismo procura por todos os meios manter-se como sistema hegemónico no mundo ocidental, orquestrando o condicionamento, de uma forma sistemática, a opinião pública, alicerçada numa classe politica e pelos media que são pertença dos grandes grupos económicos. Procuram criar um clima em que o nosso povo aceite - sem ousar contestar - a tomada de posições que nada mais são do que formas predatórias de actuação, apropriando-se da riqueza produzida, do nosso património material e imaterial, da nossa força laboral.
Face à ofensiva declarada do capital ao trabalho defendemos:
1) Pugnar pela extinção gradual das empresas de trabalho temporário, por as mesmas se terem convertido numa fórmula de exploração abusiva e precarização laboral.
2) Fomentar a participação dos trabalhadores na gestão empresarial com vista à transformação na relação entre a empresa e os trabalhadores, para que estes tenham voz activa no processo de tomada de decisões no seio da empresa através de comités criados para o efeito.
3) Estabelecimento de um salário social para os desempregados de longa duração - salário mínimo que permita viver com um mínimo de dignidade e cobrir as necessidades básicas.
4) Redução de um terço da jornada laboral para o trabalhador que tenha a seu cargo um menor de um ano.
5) Redução de um terço da jornada laboral para um terço com direito a metade da sua retribuição salarial para o trabalhador que tenha seu cargo menores de 6 anos.
Etiquetas:
as nossas ideias em 6 pontos,
ideologia,
manifesto,
nacionalismo,
nova ordem social,
patriotismo
quinta-feira, 19 de outubro de 2017
O nosso símbolo - Runa Tyr - Coroa de Louros e cor verde
Breve explicação sobre a escolha do nosso símbolo:
Nele está a a representação arquetipica da justiça cósmica, guerra e vitória em dois símbolos um de origem Romana (coroa de louros) que era uma distinção concedida a um general victorioso que entrava na Antiga Roma em triunfo apoteótico, símbolo de honra, bravura e glória. E outro de origem Germânica (Runa de Tiwaz Proto-Germânico de onde vieram todos os povos germânicos incluindo alguns que ajudaram a formar a nossa Nação como os Godos e os Suevos). A cor verde se entrelaça com a Lei Natural.
A título de curiosidade a Força da Justiça cósmica e da Vitória Guerreira está presente desde as nossas raízes mais arcaicas...os Indo-Europeus. Um símbolo poderoso se usado com sabedoria.
Nele está a a representação arquetipica da justiça cósmica, guerra e vitória em dois símbolos um de origem Romana (coroa de louros) que era uma distinção concedida a um general victorioso que entrava na Antiga Roma em triunfo apoteótico, símbolo de honra, bravura e glória. E outro de origem Germânica (Runa de Tiwaz Proto-Germânico de onde vieram todos os povos germânicos incluindo alguns que ajudaram a formar a nossa Nação como os Godos e os Suevos). A cor verde se entrelaça com a Lei Natural.
A título de curiosidade a Força da Justiça cósmica e da Vitória Guerreira está presente desde as nossas raízes mais arcaicas...os Indo-Europeus. Um símbolo poderoso se usado com sabedoria.
Etiquetas:
coroa de louros,
nacionalismo,
nova ordem social simbolo,
patriotismo,
runa tyr,
simbolo nos
sábado, 14 de outubro de 2017
Nova Ordem Social - 14 Out. 2017 em Cascais
Etiquetas:
14 palavras,
nacionalismo,
nova ordem social,
patriotismo,
runa tyr
terça-feira, 19 de setembro de 2017
- Olá Adrianna, é um prazer conhecê-la e poder entrevistá-la. Espero que suas palavras e respostas inspirem os nacionalistas de Portugal e outros países e permitam que todos saibam mais sobre o ONR.
Você pode dar-nos uma breve introdução sobre a história, idéias e objetivos da ONR?
Oi :) Estou muito feliz por poder contar aos meus amigos portugueses sobre minha organização e meu país. Espero que você conheça o ONR e nos apoiaremos mutuamente na luta por uma Europa nacionalista e excelente. Daqui também saúdo todos os ativistas da Nova Ordem Social.
O Campo Nacional Radical é um movimento social que reúne jovens polacos que estão perto de valores como Deus, Honra, Pátria, Família, Tradição e Amizade. Não somos um partido político porque não estamos interessados em participar nos jogos parlamentares oligárquicos. Em vez de quezílias eleitorais, preferimos o ativismo nacional. A área de nossas actividades é muito ampla. Nós organizamos manifestações patrióticas (somos o co-organizador da Marcha da Independência, a maior demonstração desse tipo no pós-guerra da Polónia), opomo-nos a propaganda de esquerda, cooperamos com círculos militantes, organizamos palestras, realizamos atividades de caridade (doações de sangue , doações para casas para crianças e pessoas em situação difícil) e propagamos a ideologia nacional usando diferentes métodos. Em nossas atividades, combinamos a formação ideológica com a actividade, porque pensamos que as palavras não apoiadas pelas acções são apenas um slogan vazio. Continuamos o trabalho dos nossos antepassados ideais, como Roman Dmowski, Jan Mosdorf, Tadeusz Gluziński, Henryk Rossman e Adam Doboszyński. Nós somos nacionalistas do século 21, então nosso objetivo não é o historicismo ou o sentimentalismo, mas o desenvolvimento contínuo e o trabalho sobre o ressurgimento dos valores nacionais e católicos. Nós não queremos ficar de lado e reclamar - queremos levar as coisas em frente com nossas próprias mãos. Somos opositores da islamização da Europa, organizamos muitas manifestações contra a recepção de imigrantes. Lutamos pela Europa e pela civilização latina. Nós operamos em todos os níveis em que a nação polonesa precisa, professamos o princípio da solidariedade nacional. Cultura, história e tradição também são importantes para nós. Como resultado, estabelecemos um portal de internet kierunki.info.pl, onde nos promovemos, e nos envolvemos no projecto de mídia nacional. Nós também temos a nossa própria marca de roupas - ProPatriae.pl. Estamos desenvolvendo projetos que promovem estilos de vida saudáveis e atividades físicas. Lutamos contra drogas, etc. Nós também queremos mostrar em nossas ações que a natureza e o meio ambiente são importantes para nós - limpeza e abrigos de animais. Também é importante para nós trabalhar com outras organizações nacionalistas em toda a Europa.
Para mim, a atmosfera dentro da organização também é importante - somos uma grande família que pode confiar e apoiar uns aos outros, não só nos negócios, mas também na vida privada.
O Campo Nacional Radical é um movimento social que reúne jovens polacos que estão perto de valores como Deus, Honra, Pátria, Família, Tradição e Amizade. Não somos um partido político porque não estamos interessados em participar nos jogos parlamentares oligárquicos. Em vez de quezílias eleitorais, preferimos o ativismo nacional. A área de nossas actividades é muito ampla. Nós organizamos manifestações patrióticas (somos o co-organizador da Marcha da Independência, a maior demonstração desse tipo no pós-guerra da Polónia), opomo-nos a propaganda de esquerda, cooperamos com círculos militantes, organizamos palestras, realizamos atividades de caridade (doações de sangue , doações para casas para crianças e pessoas em situação difícil) e propagamos a ideologia nacional usando diferentes métodos. Em nossas atividades, combinamos a formação ideológica com a actividade, porque pensamos que as palavras não apoiadas pelas acções são apenas um slogan vazio. Continuamos o trabalho dos nossos antepassados ideais, como Roman Dmowski, Jan Mosdorf, Tadeusz Gluziński, Henryk Rossman e Adam Doboszyński. Nós somos nacionalistas do século 21, então nosso objetivo não é o historicismo ou o sentimentalismo, mas o desenvolvimento contínuo e o trabalho sobre o ressurgimento dos valores nacionais e católicos. Nós não queremos ficar de lado e reclamar - queremos levar as coisas em frente com nossas próprias mãos. Somos opositores da islamização da Europa, organizamos muitas manifestações contra a recepção de imigrantes. Lutamos pela Europa e pela civilização latina. Nós operamos em todos os níveis em que a nação polonesa precisa, professamos o princípio da solidariedade nacional. Cultura, história e tradição também são importantes para nós. Como resultado, estabelecemos um portal de internet kierunki.info.pl, onde nos promovemos, e nos envolvemos no projecto de mídia nacional. Nós também temos a nossa própria marca de roupas - ProPatriae.pl. Estamos desenvolvendo projetos que promovem estilos de vida saudáveis e atividades físicas. Lutamos contra drogas, etc. Nós também queremos mostrar em nossas ações que a natureza e o meio ambiente são importantes para nós - limpeza e abrigos de animais. Também é importante para nós trabalhar com outras organizações nacionalistas em toda a Europa.
Para mim, a atmosfera dentro da organização também é importante - somos uma grande família que pode confiar e apoiar uns aos outros, não só nos negócios, mas também na vida privada.
-Em que atividades politicas o ONR se envolve e quais são seus objetivos de longo prazo?
Como mencionei anteriormente, o ONR não é um partido político, mas é claro que acreditamos que a política afecta todas as áreas de nossas vidas. Todas as decisões que tomamos incluem elementos políticos, por isso, muitas vezes, criamos esses tópicos em nossos negócios. Em conjunto com organizações pró-vida, colectamos assinaturas que podem contribuir para a mudança na lei do aborto, acreditamos que a vida humana começa com a concepção e deve ser protegida. Na minha província, que está ligada à indústria e à mineração, apoiamos mineiros. Realizamos acções de saída do POL em toda a Polónia, o que prejudicou as actividades da União Europeia.
É nosso dever avaliar e olhar para os políticos polacos. Nós também queremos ter um impacto real no nosso ambiente local, então comprometemo- nos com os governos locais e conselhos municipais.
O nosso principal objectivo, que é de longo prazo, é, obviamente, mudar a sociedade polaca. Apresentar às pessoas outro modelo de pensamento que será desprovido de propaganda e focado na auto-suficiência, rejeição do consumismo e da passividade.Maior consciência da identidade nacional, eventos históricos, memória dos nossos heróis, mas também o activismo do futuro. Os polacos têm que tomar as coisas em suas próprias mãos, governar o seu país e cuidar dos seus interesses. Afirmamos a regra polaca para polacos, o que significa que somos o anfitrião em nosso país, e não algumas entidades externas. Eu sei que muitos jovens na Polónia estão a começar a rejeitar a passividade e querem pensar à sua maneira, mas é um longo caminho a seguir.Uma estrada a caminhar por muitos anos por vir. Espero que possamos contribuir com essa mudança.
É nosso dever avaliar e olhar para os políticos polacos. Nós também queremos ter um impacto real no nosso ambiente local, então comprometemo- nos com os governos locais e conselhos municipais.
O nosso principal objectivo, que é de longo prazo, é, obviamente, mudar a sociedade polaca. Apresentar às pessoas outro modelo de pensamento que será desprovido de propaganda e focado na auto-suficiência, rejeição do consumismo e da passividade.Maior consciência da identidade nacional, eventos históricos, memória dos nossos heróis, mas também o activismo do futuro. Os polacos têm que tomar as coisas em suas próprias mãos, governar o seu país e cuidar dos seus interesses. Afirmamos a regra polaca para polacos, o que significa que somos o anfitrião em nosso país, e não algumas entidades externas. Eu sei que muitos jovens na Polónia estão a começar a rejeitar a passividade e querem pensar à sua maneira, mas é um longo caminho a seguir.Uma estrada a caminhar por muitos anos por vir. Espero que possamos contribuir com essa mudança.
- Qual é a importância da luta metapolítica para o seu movimento?
Como ONRs somos principalmente polacos, mas também europeus. O forte movimento nacionalista no nosso país também é benéfico para a parte da Europa em que estamos localizados. Isso também é visível nos contactos entre organizações europeias na nossa região - podemos ter um impacto significativo sobre o que está a acontecer nos nossos estados. Podemos ser uma força que defende os nosso valores e é capaz de pressionar os políticos em questões importantes como os imigrantes. Pessoalmente, participei de várias manifestações contra eles na Eslováquia ou na República Checa. Não pensamos apenas na ONR, mas todo o movimento nacionalista na Polónia tem um impacto sobre o que está a acontecer na Europa. Juntos podemos fazer mais.
Como em qualquer organização, há pessoas na nossa organização cujas lutas são rapidamente desencorajadas e incapazes de perseverar, então no ONR permanece o mais leal. Pessoas que tomam como referencia o antigo movimento nacional na Polónia e que vivem por ideais. Eles dedicam todo o seu tempo, suas vidas privadas muitas vezes têm problemas no trabalho ou na escola, porque eles trabalham em ambientes tão diferentes. Para nós, tais obstáculos não são importantes, sabemos que fazemos algo que está de acordo com a nossa atitude. Eu sei que o trabalho na ONR é para mim e para muitos dos meus Colegas o significado da vida terrena, nosso dever é crescer e seguir o caminho de um nacionalista, que pode não ser fácil, mas flui de nossas almas ardentes.
Como em qualquer organização, há pessoas na nossa organização cujas lutas são rapidamente desencorajadas e incapazes de perseverar, então no ONR permanece o mais leal. Pessoas que tomam como referencia o antigo movimento nacional na Polónia e que vivem por ideais. Eles dedicam todo o seu tempo, suas vidas privadas muitas vezes têm problemas no trabalho ou na escola, porque eles trabalham em ambientes tão diferentes. Para nós, tais obstáculos não são importantes, sabemos que fazemos algo que está de acordo com a nossa atitude. Eu sei que o trabalho na ONR é para mim e para muitos dos meus Colegas o significado da vida terrena, nosso dever é crescer e seguir o caminho de um nacionalista, que pode não ser fácil, mas flui de nossas almas ardentes.
- Quais são os principais problemas que enfrenta o seu país neste momento e como o seu movimento os resolveria se tivesse poder político?
Na Polónia há muitos problemas que os nossos compatriotas têm de enfrentar. Certamente, a emigração - muitas pessoas jovens e educadas vão para outros países para trabalhar. Além disso, temos salários baixos e pensões baixas. Muitos polacos vivem na pobreza, você pode ver a estratificação da sociedade. Ainda lidamos com a corrupção e a ineficiência das equipas políticas que governam o país. A Polónia é um lugar muito difícil para entrar na vida adulta, os jovens têm dificuldade em encontrar um emprego ou comprar um apartamento. Por outro lado, muitas pessoas mais velhas não têm lugar para viver ou comprar medicamentos. Estamos a tentar ajudar essas pessoas. Claro, também há problemas que podem ser vistos em outros países, de natureza mais espiritual. Muitas pessoas são passivas, não prestam atenção a outra pessoa. Os polacos são viciados em consumismo e drogas. Daí a nossa luta com os vícios e a promoção de um estilo de vida saudável. Estou pessoalmente muito preocupado com o destino das famílias polacas, especialmente dos pais incapacitados. pais solitários ou crianças desnutridas. O activismo social é muito importante para os nacionalistas polacos, porque, vendo esses problemas, sabemos que temos que agir e mudar nossa realidade.
- Você pode nos contar um pouco sobre você, como se juntou ao movimento e quais foram suas motivações para fazê-lo?
Eu sou activista do ONR desde 2011, atualmente administro uma das brigadas da nossa organização, que cobre toda a região da Silésia. Eu também administro o portal da internet que mencionei anteriormente - kierunki.info.pl Além disso, eu também escrevo artigos. Eu também estou no conselho da Organização Nacional das Mulheres, que reúne muitas garotas de toda a Polónia. Há muito tempo que eu me interessei na história do meu país, embora um dia eu só tivesse desejo de me envolver no negócio. Faço partilhas e desenvolvo uma organização que cuide de um destino melhor dos polacos. Eu participo em todos os passeios, palestras ou demonstrações. Passo todo o meu tempo livre assim e sei que o caminho nacionalista é para mim. Em particular, sou formada em filologia polaca e eu trabalho. Os meus interesses são variados: eu adoro ler livros, nadar e ir ao teatro. O destino dos animais e da ecologia é importante para mim.
Quando eu comecei com o meu negócio, havia poucas mulheres. Todos nos conhecemos e apoiamos a causa. Hoje em dia, as mulheres são definitivamente mais do que antes. As meninas começaram a se interessar pelos assuntos do país, elas também sabem o quão importante é o papel de uma mulher numa família tradicional. Infelizmente, no mundo de hoje, há muitas ameaças à família - desvios, "espectro de gênero". São as mulheres que devem defender os valores mais elevados. O único lugar que lhes permite actuar em harmonia um com o outro é o movimento nacionalista. Estou convencido de que haverá ainda mais de nós e que, juntamente com nossos colegas, defenderemos nossos princípios e cuidaremos de nossa pátria.
- O que você acha que são os principais benefícios que as mulheres oferecem aos movimentos nacionalistas e a uma nação em geral?
Eu acredito que as mulheres são pacientes e sistematicamente desempenham os deveres que lhes são confiados. São muito importante no desenvolvimento de todas as organizações. As senhoras têm muitas idéias e, ao mesmo tempo, sabem porque valores e regras estão a lutar. Tanto eu quanto meus Colegas de vários países conhecem a importância do nosso papel na defesa da vida, da família e do país. Lembremos que as mulheres estão a assegurar o nascimento e a educação de novas gerações e o seu papel é insubstituível na sociedade. Os nacionalistas, além disso, sabem que o envolvimento e o activismo nos movimentos nacionais lhes permitem desenvolver resoluções de problemas pessoais que certamente os ajudarão a moldar sucessivas gerações de europeus orgulhosos.
- Quão importante é para si a cooperação entre nacionalistas de várias nações e o que é a Europa para você?
Conheci nacionalistas de outros países - Itália, Hungria ou Espanha, e agora também tenho contacto com você. Penso que esta é uma questão muito importante porque não há nada mais valioso do que trabalhar com pessoas que têm valores semelhantes para mim. Estou certo de que tais relações são o futuro para nossos países e nações. Eu sei que mais cedo ou mais tarde criações como a União Européia vão cair e esta será uma oportunidade para criar uma Europa de nações livres que se preocupem com os interesses de seus países, mas cooperem e respeitem os outros.
Tais relacionamentos também são uma troca muito boa de informações, diagnóstico de problemas na Europa, elaboração de soluções comuns. Claro, também prosaico - podemos passar um bom tempo numa cerimónia conjunta, espero que em breve os activistas da sua organização visitem a Polónia. Eu sinceramente convido você!
Tais relacionamentos também são uma troca muito boa de informações, diagnóstico de problemas na Europa, elaboração de soluções comuns. Claro, também prosaico - podemos passar um bom tempo numa cerimónia conjunta, espero que em breve os activistas da sua organização visitem a Polónia. Eu sinceramente convido você!
- Obrigado novamente por esta entrevista :) Desejamos-lhe muito sucesso na sua luta por uma melhor Polónia.
As últimas palavras pertencem a você,
Muito obrigado pela oferta da entrevista. Estou feliz em poder apresentar-lhe um breve relatório sobre a nossa organização. Desejo-lhe todos os êxitos, o desenvolvimento de sua associação e as mudanças reais que podem ocorrer em seu belo país. Espero que a nossa atitude comum seja um modelo para o resto da Europa, que irá acordar e começar a voltar às suas raízes. Saudações.
sábado, 9 de setembro de 2017
Convívios / Reuniões dos Núcleos.
Etiquetas:
nacionalismo,
NOS,
nova ordem social,
patriotismo
sábado, 29 de julho de 2017
Manifesto - Nova Ordem Social
Desde há 40 anos que a
governação em Portugal se faz alternando entre duas forças
partidárias. A crença das pessoas nestes partidos é cada vez menor, algo
que tem ficado patente nas mais recentes eleições, com elevados índices de
abstenção (nas últimas legislativas cerca de quatro milhões de inscritos não
votaram, e nestas últimas europeias esse número quase chegou seis milhões e
meio).
Infelizmente, as pessoas sentem que não há alternativa, apesar dos sinais que demonstram pelo desejo de mudança, quer seja através de um interesse cada vez maior nos movimentos cívicos e independentes, quer seja através de “fenómenos mediáticos” - que muitas vezes são vistos pelos cidadãos como único escape possível para apresentarem o seu protesto face aos partidos do arco do poder e a falta de uma verdadeira alternativa nesta democracia!
O desemprego crescente (bem como a precariedade laboral), o monstruoso défice orçamental, a perda de soberania, os elevados impostos sobre as famílias e sobre as empresas, a quebra da natalidade, a supressão de valores e do solidarismo, a ausência de futuro! - É esta a herança que nos deixaram todos aqueles que têm governado o país, com a conivência de outros que se têm servido à mesma mesa do orçamento!
NOS queremos ser, com a sua ajuda, essa alternativa que hoje não existe!
Ruptura com o actual sistema político. Exigimos a criação de uma lei que responsabilize criminalmente os governantes e detentores de cargos públicos por actos de gestão danosa ou negligência grosseira, em prejuízo de todos nós! Incompatibilidade entre a função parlamentar e cargos privados; tornar mais transparentes as nomeações para cargos estatais; desenhar um sistema eleitoral que incorpore listas uninominais; fomentar a participação directa dos cidadãos com recurso a referendos; reduzir o número de parlamentares; aumentar o grau de independência das autoridades reguladoras; transparência no financiamento dos partidos; acabar com a subvenção dos partidos (estes devem conter os seus gastos e sobreviver com as quotas dos seus militantes, não com o dinheiro de quem trabalha!).
Ruptura com o actual sistema de justiça. Tornar a justiça acessível a todos, e em tempo útil, indexando o valor das custas ao rendimento do cidadão que se lhe dirige, que os Juízes julguem e os serviços de apoio executem serviços complementares; que os agentes da Justiça, cumpram os prazos estipulados na Lei, sob pena de estagnação na carreira, entre outras possíveis sanções.
Emprego e Segurança Social. Preconizamos medidas de via fiscal, que substituam progressivamente a tributação do factor trabalho por outros tipos de taxação, por forma a incentivar a criação de emprego; apoiamos a preferência ao trabalhador nacional no acesso ao posto de trabalho; pugnamos pela extinção gradual das empresas de trabalho temporário, por as mesmas se terem convertido numa fórmula de exploração abusiva e precarização laboral.
Fomentar a livre participação (sem recurso a sindicatos partidários) dos trabalhadores na gestão empresarial com vista à transformação na relação entre a empresa e os trabalhadores, para que estes tenham voz activa no processo de tomada de decisões no seio da empresa através de comités criados para o efeito. Para a segurança social, preconizamos um novo tipo de financiamento que incida sobre o volume de negócios das empresas e sobre actividades prejudiciais para o meio ambiente e não sobre o número e o salário dos trabalhadores.
Na agricultura, queremos reforçar a ligação directa entre produção agrícola e consumo, o que implicará o fim da impunidade dos intermediários que não desenvolvem uma função produtiva na economia, e facilitar os mercados agrícolas de transacção directa com os consumidores.
Queremos aproximar o poder do cidadão, pugnando para que haja uma repartição mais igualitária, sem clientelismos, dos recursos para os municípios.
Exigimos uma Educação livre de “politiquices” e de interesses alheios aos estudantes: um ensino livre e plural, totalmente direccionado para as competências e para os saberes dos estudantes, no qual estes terão mais liberdade para escolher as áreas para as quais têm maior perfil, sem a rigidez do sistema actual.
Defendemos políticas que valorizem as famílias, negligenciadas por sucessivos governos que ignoram essa célula basilar da sociedade e o Estado Social: consideramos ser necessária uma Política Familiar que conjugue os imperativos de trabalho com as necessidades das famílias portuguesas; que garanta com deveres sociais os direitos sociais dos cidadãos e das suas famílias; que direccione os fundos disponíveis para campanhas de promoção à família, e não campanhas hedonistas de destruição da mesma; propomos a redução de um terço da jornada laboral para o trabalhador que tenha a seu cargo um menor de um ano, e de um terço da jornada laboral para um terço com direito a metade da sua retribuição salarial para o trabalhador que tenha seu cargo menores de 6 anos.
O NOS preconiza uma outra construção europeia, uma real unidade das nações do nosso continente, em forma de bloco político, económico, social e militar, que defenda efectivamente a Europa da influência política e cultural dos EUA e do expansionismo económico asiático.
Junte-se a NOS!
Infelizmente, as pessoas sentem que não há alternativa, apesar dos sinais que demonstram pelo desejo de mudança, quer seja através de um interesse cada vez maior nos movimentos cívicos e independentes, quer seja através de “fenómenos mediáticos” - que muitas vezes são vistos pelos cidadãos como único escape possível para apresentarem o seu protesto face aos partidos do arco do poder e a falta de uma verdadeira alternativa nesta democracia!
O desemprego crescente (bem como a precariedade laboral), o monstruoso défice orçamental, a perda de soberania, os elevados impostos sobre as famílias e sobre as empresas, a quebra da natalidade, a supressão de valores e do solidarismo, a ausência de futuro! - É esta a herança que nos deixaram todos aqueles que têm governado o país, com a conivência de outros que se têm servido à mesma mesa do orçamento!
NOS queremos ser, com a sua ajuda, essa alternativa que hoje não existe!
Ruptura com o actual sistema político. Exigimos a criação de uma lei que responsabilize criminalmente os governantes e detentores de cargos públicos por actos de gestão danosa ou negligência grosseira, em prejuízo de todos nós! Incompatibilidade entre a função parlamentar e cargos privados; tornar mais transparentes as nomeações para cargos estatais; desenhar um sistema eleitoral que incorpore listas uninominais; fomentar a participação directa dos cidadãos com recurso a referendos; reduzir o número de parlamentares; aumentar o grau de independência das autoridades reguladoras; transparência no financiamento dos partidos; acabar com a subvenção dos partidos (estes devem conter os seus gastos e sobreviver com as quotas dos seus militantes, não com o dinheiro de quem trabalha!).
Ruptura com o actual sistema de justiça. Tornar a justiça acessível a todos, e em tempo útil, indexando o valor das custas ao rendimento do cidadão que se lhe dirige, que os Juízes julguem e os serviços de apoio executem serviços complementares; que os agentes da Justiça, cumpram os prazos estipulados na Lei, sob pena de estagnação na carreira, entre outras possíveis sanções.
Emprego e Segurança Social. Preconizamos medidas de via fiscal, que substituam progressivamente a tributação do factor trabalho por outros tipos de taxação, por forma a incentivar a criação de emprego; apoiamos a preferência ao trabalhador nacional no acesso ao posto de trabalho; pugnamos pela extinção gradual das empresas de trabalho temporário, por as mesmas se terem convertido numa fórmula de exploração abusiva e precarização laboral.
Fomentar a livre participação (sem recurso a sindicatos partidários) dos trabalhadores na gestão empresarial com vista à transformação na relação entre a empresa e os trabalhadores, para que estes tenham voz activa no processo de tomada de decisões no seio da empresa através de comités criados para o efeito. Para a segurança social, preconizamos um novo tipo de financiamento que incida sobre o volume de negócios das empresas e sobre actividades prejudiciais para o meio ambiente e não sobre o número e o salário dos trabalhadores.
Na agricultura, queremos reforçar a ligação directa entre produção agrícola e consumo, o que implicará o fim da impunidade dos intermediários que não desenvolvem uma função produtiva na economia, e facilitar os mercados agrícolas de transacção directa com os consumidores.
Queremos aproximar o poder do cidadão, pugnando para que haja uma repartição mais igualitária, sem clientelismos, dos recursos para os municípios.
Exigimos uma Educação livre de “politiquices” e de interesses alheios aos estudantes: um ensino livre e plural, totalmente direccionado para as competências e para os saberes dos estudantes, no qual estes terão mais liberdade para escolher as áreas para as quais têm maior perfil, sem a rigidez do sistema actual.
Defendemos políticas que valorizem as famílias, negligenciadas por sucessivos governos que ignoram essa célula basilar da sociedade e o Estado Social: consideramos ser necessária uma Política Familiar que conjugue os imperativos de trabalho com as necessidades das famílias portuguesas; que garanta com deveres sociais os direitos sociais dos cidadãos e das suas famílias; que direccione os fundos disponíveis para campanhas de promoção à família, e não campanhas hedonistas de destruição da mesma; propomos a redução de um terço da jornada laboral para o trabalhador que tenha a seu cargo um menor de um ano, e de um terço da jornada laboral para um terço com direito a metade da sua retribuição salarial para o trabalhador que tenha seu cargo menores de 6 anos.
O NOS preconiza uma outra construção europeia, uma real unidade das nações do nosso continente, em forma de bloco político, económico, social e militar, que defenda efectivamente a Europa da influência política e cultural dos EUA e do expansionismo económico asiático.
Junte-se a NOS!
Etiquetas:
extrema-direita,
identidade,
manifesto,
nacionalismo,
nova ordem social,
patriotismo
NOS e o espaço político nacional
Caros
amigos , a Nova Ordem Social é a representante dos ideais Nacionalistas,
Identitários e Patriotas em Portugal e vimos por esta forma deixar um conjunto
de ideias e reflexões que possam servir para debate junto de todos vós, no que
concerne à maneira como nos devemos posicionar no actual espectro Político
Português.
Julgamos
não andar muito longe da realidade - e simplificando um pouco a análise - se
considerarmos que existem hoje em Portugal os 3 blocos típicos de
Partidos Políticos: os Partidos de esquerda, do centro e de direita. Assim, é
possível identificar um primeiro bloco de Partidos que se situam no que se pode
designar como Esquerda e Extrema-Esquerda em Portugal, e que no seu total valem
cerca de 20% do total do eleitorado: PCP, PEV, BE, Livre, MAS, PAN, PCTP/MRPP,
POUS, PH, PTP. Ao Centro, no chamado arco da Governação, podemos identificar
mais um conjunto de Partidos, que ocupam o largo espaço (que mais não é que um
largo vazio de ideias) que vai do Centro-Esquerda ao Centro-Direita e que valem
uns bons 75% do eleitorado: PS, PSD, CDS, MPT, PDR e os novéis Partido
Unido dos Reformados e Pensionistas e Nós Cidadãos.
Por fim, no que se pode designar como Direita e Extrema-Direita, temos mais
meia-dúzia de Partidos que no seu todo podem chegar a valer 5% do eleitorado:
PPM, PND, PNR, PPV, PDA e MSL. Em suma, podemos caracterizar o actual quadro
Partidário Português de uma forma simples:
- 3 Partidos que querem Governar Portugal para assim
poderem continuar a governar as próprias clientelas Partidárias (PS, PSD e
CDS);
- 5 ou 6 Partidos de índole meramente monotemática que
apenas existem no âmbito do tema que os fundou (PEV, PAN, Partido dos
Reformados, PPM, PPV, PDA );
- Todos os restantes, única e exclusivamente Partidos
de protesto e nada mais.
Colocados
perante este quadro Político-Partidário, e não nos revendo em qualquer dos
posicionamentos atrás descritos, nem querendo representar posições
monotemáticas nem posições de simples protesto, NOS consideramos que existe uma
lacuna por preencher, lacuna essa que é a da única e verdadeira Alternativa
possível ao actual estado a que o País chegou com o quadro Partidário
referenciado. Após longa reflexão sobre o panorama Político Português, um
conjunto de Cidadãos decidiu, avançar para a criação de uma nova organização
politica, o NOS - Nova Ordem Social, por entenderem que tudo o que existe
ainda, por um lado, não é capaz de representar a forma como o País deve ser
governado, e por outro lado, por considerarem não existir ninguém que possa
criar condições para a melhoria do bem-estar comum de todos os Portugueses.
Chegados aqui, é com muito orgulho que constatamos que conseguimos uma presença
junto de vós através dos nossos Núcleos, que cobre grande parte do território
Nacional; que temos milhares de pessoas que nos acompanham nas redes sociais
que nos mandam centenas de mensagens com dúvidas e pedidos de esclarecimento;
opiniões, sugestões, críticas. Para todos os que nos têm apoiado desde o início,
o nosso Muito Obrigado.
Não
deixaremos de continuar a apresentar as nossas propostas - e a construir o
nosso programa - como objectivos para a nossa realização, como sejam o
saneamento das finanças públicas e a redução da dívida pública, o papel do
Estado como agente orientador, regulador e penalizador/premiador da actividade
económica, a prioridade na Educação e na Cultura, a aposta no Mar Português, a
revolução na Ecologia, a valorização da meritocracia em todos os estratos da
sociedade, e a valorização da comunidade nacional em contraponto à luta de
classes e de grupos de interesse.
NOS
não nos assumimos nem à direita nem à esquerda: conceitos meramente teóricos
que perderam muito do seu significado nos tempos actuais, e que são
pecaminosamente redutores, não permitindo discernir o posicionamento de uma
força política face às mais diversas temáticas que de facto afectam as pessoas
no seu dia-a-dia. O nosso símbolo é a expressão visual desse grito de mudança:
o sentido direccional em frente – na vanguarda dos demais, ou se
preferirem, para o extremo-centro-alto. Ainda assim, caso seja rigorosamente
necessário situarmo-nos em termos parlamentares, assumimos que nos
encontramos a meio caminho entre a extrema-direita e a extrema-esquerda, por
detrás do Presidente e de costas para a Assembleia da República.
Etiquetas:
extrema-direita,
identidade,
nacionalismo,
nova ordem social,
patriotismo
Ditadura Fiscal e o Mito do Crescimento Económico
Têm
surgido, nos últimos meses, indicadores sobre um exponencial aumento dos
penhores e execuções por parte das Finanças, tendo sido enviados até Julho
do ano passado 2,3 milhões de notificações de penhora. Este número, alcançado
nos primeiros sete meses, é já superior às penhoras ordenadas em todo o ano
2013.
De
acordo com o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos, este aumento está
relacionado com as dívidas de portagens, o reforço no combate à fraude e a
crise que atinge as famílias, sendo que esta última resulta em penhoras aplicadas
a créditos, contas bancárias, vencimentos, automóveis, imóveis e rendas.
De
facto, muitas famílias estão numa situação muitíssimo complicada, por falta de
capacidade para fazer face a uma mudança de paradigma para a qual não estavam
preparadas: uma época de crédito fácil para um sistema fiscal duríssimo imposto
pela troika.
Não
esquecendo as obrigações que temos com credores, o sistema de ditadura fiscal
actualmente em vigor está a estrangular o tecido empresarial e, por
consequência, as famílias.
Há
situações que continuam a ser difíceis de entender para a pessoa comum, como
por exemplo a dupla tributação que existe em Portugal sobre os automóveis,
situação ilegal e imoral, e caso único na Comunidade Europeia, que prejudica
todo um sector, para além de ser mais um factor de endividamento para as
famílias.
Uma
aposta que nos parece essencial nesta fase seria a atribuição de incentivos
às PME’s, nomeadamente às empresas mais frágeis e aos empreendedores que estão
no início da sua actividade, que poderiam passar por uma dilatação dos prazos
de pagamento das dividas e pela redução substancial das coimas/juros de mora. A
isenção parcial de irc e/ou da taxa do empregador para a Segurança Social nos
primeiros 2-3 anos de actividade das empresas, em função do seu lucro ou volume
de negócios, é outra medida imprescindível para relançar as bases para um
crescimento económico sustentado.
Mas
há uma outra discussão que devia ser colocada na ordem do dia pelos nossos
governantes (e candidatos a governantes), e que infelizmente parece, pelo menos
para estes senhores, não existir. Referimo-nos às taxas liberatórias sobre os
rendimentos de capital, ou seja, quem está nos escalões superiores e não faz
englobamento, pagando apenas 25% ou 28%, situação tremendamente injusta para o
comum dos contribuintes que beneficia apenas quem mais tem, visto que o
dinheiro disponível para entregar ao Estado em impostos por parte dos mais
ricos é sempre aquele que eles estiverem dispostos a entregar. Por outro lado,
com a livre circulação de capitais, estes fogem do país. Enquanto este problema
não for seriamente atacado de frente, não se conseguirá corrigir as
desigualdades.
Etiquetas:
ditadura fiscal,
identidade,
mito do crescimento económico,
nacionalismo,
nova ordem social,
patriotismo
Subscrever:
Mensagens (Atom)































